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	<title>moneyplanblog &#187; Sem categoria</title>
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	<description>planejamento financeiro</description>
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		<title>Não poupei nada para a aposentadoria até os 50; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2014 14:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Internauta não fez nenhum investimento para a aposentadoria até os 50 anos e pergunta o que fazer para conseguir ter alguma renda após os 65 anos. Dúvida do internauta: Já tenho 50 anos e não tive condições de poupar para &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/nao-poupei-nada-para-a-aposentadoria-ate-os-50-o-que-fazer-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Internauta não fez nenhum investimento para a aposentadoria até os 50 anos e pergunta o que fazer para conseguir ter alguma renda após os 65 anos.</h2>
<p><strong>Dúvida do internauta: Já tenho 50 anos e não tive condições de poupar para a<a href="http://www.exame.com.br/topicos/aposentadoria">aposentadoria</a>. O que posso fazer para ter alguma renda por volta dos 65 anos de idade?</strong></p>
<p><em>Resposta de Fernando Meibak*:</em></p>
<p>A vida mais madura, depois dos 65 anos, quando estaremos provavelmente com baixa capacidade de gerar renda via trabalho, requer preocupação o quanto antes.</p>
<p>Creio que um grande objetivo deva ser não depender da ajuda de familiares ou amigos para suportar os gastos necessários. Mas, muitas pessoas infelizmente não conseguem atingir essa desejada independência financeira.</p>
<p>Quanto mais cedo se começar um programa de <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/poupanca">poupança</a></strong>, melhor. O fato de as taxas de juros serem muito elevadas no Brasil ajuda as pessoas que conseguem fazer poupança ao longo da vida.</p>
<p>Você tem 50 anos e comenta que não tem <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/previdencia-privada">previdência</a></strong> e está preocupada com a vida depois dos 65 anos. Não sabendo de sua situação mais detalhada (se tem imóvel para moradia, se tem investimentos, qual seu custo de vida, se tem renda de trabalho, capacidade de poupança, etc.), fica mais difícil avaliar.</p>
<p>As pessoas têm capacidade de trabalho ainda aos 65 anos. O ideal no seu caso, portanto, seria ter uma atividade de prestação de serviço, comércio ou consultoria, que permita gerar renda de forma consistente.</p>
<p>Num cenário menos otimista, de que será difícil ter essa renda de trabalho depois dos 65 anos, você precisará criar uma fonte de recursos para o futuro.</p>
<p>Partindo do cenário de que você não tem qualquer reserva financeira, alerto que você terá que gerar um montante elevado para cobrir seu custo de vida a partir dos 65 anos.</p>
<p>15 anos de poupança é um período curto, pois devemos trabalhar com a premissa de que viveremos no mínimo até os 90 anos de idade. Ou seja, teremos 15 anos de poupança para fazer frente a 25 anos de necessidade.</p>
<p>É uma relação adversa. Você precisará poupar bastante! Uma conta simples (e dura ao mesmo tempo): calcule seu custo de vida mensal aos 65 anos de idade. Você deveria poupar mensalmente o dobro daquele valor a partir de agora. Corra, que o tempo passa muito depressa, mas você ainda tem tempo!</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/ganhe-mais-para-a-aposentadoria-investindo-por-conta-propria/" target="_blank">Veja como investir para a aposentadoria por conta própria.</a></p>
<p>E confira no vídeo a seguir quais são os melhores investimentos para viver de renda:</p>
<p><iframe src="http://videos.abril.com.br/exame/id/cb1114dcfa9fd877a53685ce799b28c3" height="334" width="590" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>* Fernando Meibak é sócio da consultoria Moneyplan, ex-diretor de gestão de investimentos do ABN-Amro Real e HSBC Brasil e autor do livro “O Futuro Irá Chegar! Você Está Preparado Financeiramente para Viver até os 90 ou 100 Anos?”.</em></p>
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		</item>
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		<title>Não aguento mais trabalhar; quando poderei me aposentar?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2014 14:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Internauta tem 43 anos e questiona como avaliar quando poderá se aposentar &#8211; ou ao menos reduzir o ritmo acelerado da rotina. Veja a resposta de Fernando Meibak. Dúvida do internauta: Tenho 43 anos de idade, sou solteira e não &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/nao-aguento-mais-trabalhar-quando-poderei-me-aposentar/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Internauta tem 43 anos e questiona como avaliar quando poderá se aposentar &#8211; ou ao menos reduzir o ritmo acelerado da rotina. Veja a resposta de Fernando Meibak.</h2>
<p><strong>Dúvida do internauta: Tenho 43 anos de idade, sou solteira e não tenho filhos. Quando saberei que posso parar de trabalhar por já ter poupado o suficiente? Ou quando poderei ao menos reduzir o ritmo acelerado do dia a dia? Claro que a intenção é manter o padrão de vida atual na <a href="http://www.exame.com.br/topicos/aposentadoria">aposentadoria</a>.</p>
<p>Moro em uma <a href="http://www.exame.com.br/topicos/casa-propria">casa própria</a>, tenho um <a href="http://www.exame.com.br/topicos/carros">carro</a> do ano passado e praticamente não tenho tempo livre para nada. Trabalho cerca de dez horas por dia no <a href="http://www.exame.com.br/topicos/escritorios">escritório</a>, demoro uma hora para me deslocar e passo quase duas horas na <a href="http://www.exame.com.br/topicos/academias">academia</a>. Quando me sobra tempo, eu durmo (e ainda menos do que eu gostaria).<br />
</strong></p>
<p><em>Resposta de Fernando Meibak*:</em></p>
<p>Você descreve ter uma atividade intensa, o que é muito positivo, por um lado. Com 43 anos, solteira, com moradia própria (presumo que já paga) e um ritmo forte de trabalho você comenta que gostaria de ter um ritmo de vida menos acelerado e pergunta quando seria viável diminuir o ritmo em função de já ter poupado recursos suficientes.</p>
<p>O balanço da vida pessoal e vida profissional é sempre muito importante. Há aqueles que defendem que é preciso ter um grande volume de trabalho, com sacrifício da vida pessoal, visando uma acumulação financeira mais rápida, para melhor aproveitamento mais adiante.</p>
<p>Mas há aqueles que defendem manter uma melhor qualidade de vida, com dedicação &#8220;normal&#8221; ao trabalho, para ter tempo para se dedicar a outras atividades (viajar, ir ao cinema, ler, ver shows, se dedicar a algum hobby, etc.).</p>
<p>É uma escolha muito pessoal, mas me alinho mais com o segundo grupo e vejo que talvez você esteja mais próxima ao primeiro grupo.</p>
<p>O fato de você não ter família, um parceiro e filhos, dá a você uma condição de disponibilidade de tempo e ausência de gastos financeiros relevantes. Provavelmente você tem um custo de vida controlado, até pela limitação de atividades que você descreveu.</p>
<p>Você ainda é relativamente muito jovem e terá capacidade de trabalhar até uma idade bem mais avançada. Como pretende diminuir o ritmo, o importante é você avaliar algumas coisas.</p>
<p>A primeira delas: qual será seu custo de vida a partir de uma idade na qual você não pretende ou não consigará mais trabalhar. Gosto de assumir os 60 anos como parâmetro. Outro ponto importante é estimar uma idade de longevidade. Gosto de assumir os 90 anos como idade mínima.</p>
<p>Dito isso, seria possível calcular qual o montante de recursos que seria necessário aos 60 anos para fazer frente aos gastos estimados.</p>
<p>A seguir, destaquei alguns números indicativos, segundo premissas conservadoras de <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/inflacao">inflação</a></strong> e juros:</p>
<p>a) Para um padrão de gastos de 5 mil reais mensais, você precisaria ter uma reserva de cerca de 1,2 milhão de reais aos 60 anos.</p>
<p>b) Para um padrão de gastos de 10 mil reais mensais, você precisaria ter uma reserva de cerca de 2,4 milhões de reais aos 60 anos.</p>
<p>Como você tem 43 anos e está a 17 anos dos seus 60 anos, para avaliar quanto você deve poupar hoje, eu calculei qual quantia hoje equivaleria a 1,2 milhão de reais daqui a 17 anos (para renda de 5 mil reais mensais), considerando que esse valor fosse investido e gerasse um rendimento suficiente para cobrir a inflação anual e ainda sobrar um rendimento real de 3% ao ano (já descontado o <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/imposto-de-renda">imposto de renda</a></strong> que incidiria sobre o rendimento).</p>
<p>a) Para ter 1,2 milhão de reais aos 60 anos, você deve ter aproximadamente726 mil reais hoje.</p>
<p>b) Para  ter 2,4 milhões de reais aos 60 anos, você deve ter aproximadamente1.452.000 reais hoje.</p>
<p>Agora vamos interpretar os dados. A situação &#8220;a&#8221; mostra que se você tiver 726 mil reais hoje você poderá reduzir o ritmo de trabalho porque se essa quantia for investida e tiver  um rendimento real (acima da inflação) de 3% ao ano, você terá aproximadamente 1,2 milhão de reais aos 60 anos, já descontado o imposto de renda.</p>
<p>Vale ressaltar que aqui estamos falando apenas do valor que você deve ter para a aposentadoria. Além disso, obviamente, você precisará ter uma outra fonte para manter seus gastos entre os 43 anos e os 60 anos, para que os 726 mil reais iniciais sejam apenas investidos para a aposentadoria.</p>
<p>Essa remuneração de 3% ao ano acima da inflação pode ser encontrada, por exemplo, nos títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação, as Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B). As NTN-Bs disponíveis para venda atualmente estão oferecendo rendimentos de cerca de 6% ao ano, mais a variação da inflação, medida pelo IPCA.</p>
<p>Assim, você pode avaliar como está sua situação atual. Se tiver menos recursos do que o estimado, terá que poupar. Se já tiver o volume indicado, você poderá investi-lo e utilizar o excedente para outras coisas e curtir mais a vida, com menos trabalho.</p>
<p><strong>Veja no vídeo a seguir qual o melhor título do Tesouro Direto para a aposentadoria:</strong></p>
<p><iframe src="http://videos.abril.com.br/exame/id/86cd7524666dc8418b4d971d713832ff" height="334" width="590" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>* Fernando Meibak é sócio da consultoria Moneyplan, ex-diretor de gestão de investimentos do ABN-Amro Real e HSBC Brasil e autor do livro “O Futuro Irá Chegar! Você Está Preparado Financeiramente para Viver até os 90 ou 100 Anos?”.</em></p>
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		<title>Como aumentar a renda na aposentadoria?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2014 14:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fernando Meibak responde dúvida de internauta que pergunta como sua mãe pode aumentar sua renda mensal, sendo aposentada. Dúvida do internauta: Minha mãe está com 72 anos e infelizmente não tem como se manter sozinha. Devido a problemas de saúde, ela &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/como-aumentar-a-renda-na-aposentadoria/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Fernando Meibak responde dúvida de internauta que pergunta como sua mãe pode aumentar sua renda mensal, sendo aposentada.</h2>
<p><strong>Dúvida do internauta: Minha mãe está com 72 anos e infelizmente não tem como se manter sozinha. Devido a problemas de saúde, ela tem um gasto mensal de cerca de 6 mil reais. Ela tem uma renda de 2.700 reais mensais, 700 reais que recebe de<a href="http://www.exame.com.br/topicos/aposentadoria">aposentadoria</a> e 2 mil reais provenientes do <a href="http://www.exame.com.br/topicos/aluguel">aluguel</a> de dois <a href="http://www.exame.com.br/topicos/imoveis">imóveis</a>, avaliados em cerca de 500 mil reais.</strong></p>
<p><strong>Gostaria de saber qual seria a melhor forma de administrar seus bens para que ela tivesse uma renda </strong><strong>maior, haja vista que t</strong><strong>odo mês eu e meu irmão complementamos sua renda com quase 4 mil reais.</strong></p>
<p><em>Resposta de Fernando Meibak*:</em></p>
<p>Infelizmente o custo de vida na <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/terceira-idade">terceira idade</a> </strong>pode ser alto, especialmente por conta dos gastos associados à<strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/saude">saúde</a></strong> e cuidados necessários.</p>
<p>Podemos fazer algumas considerações, por exemplo, sobre a renda de aluguéis. Ao calcular quanto 2 mil reais representam sobre um valor estimado de 500 mil reais temos um retorno relativamente baixo, de apenas 0,4% ao mês.</p>
<p>Não consigo avaliar o potencial de valorização do imóvel, mas vejo que os ativos imobiliários no Brasil estão muito valorizados.</p>
<p>Se você vendesse os imóveis por 500 mil reais e investisse o valor na <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/poupanca">poupança</a></strong>, por exemplo, já seria possível ter uma renda mensal mínima de 2.500 reais (0,5% de rentabilidade, mais a Taxa Referencial).</p>
<p>Há outros instrumentos conservadores, como <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/titulos-publicos">títulos públicos</a></strong> ou papéis de grandes bancos, que renderiam mais ainda.</p>
<p>Mas, mesmo fazendo esses investimentos há pouca margem para incremento da renda, portanto, você teria que avaliar se há espaço para redução de despesas.</p>
<p>Com o avanço da idade, os gastos com sua mãe tendem a aumentar. Não sei se ela mora em um imóvel próprio, que poderia ser utilizado como gerador de renda (desde que ela tenha outro lugar para morar). Nesse campo, há muitas questões pessoais.</p>
<p>Conheço pessoas que mantêm o pai ou mãe vivendo em suas casas, com todas as complicações eventuais por parte de cônjuges ou deles mesmos.</p>
<p>Conheço pessoas que preferem manter os pais nas casas deles mesmo, dando o suporte financeiro e pessoal quando necessário.</p>
<p>Também conheço pessoas que mantêm o pai ou mãe em casas especializadas em cuidar de pessoas idosas, que têm alto custo (quando de boa qualidade). Ou ainda pessoas que simplesmente colocaram os pais em asilos simples, com todo o drama dessa decisão.</p>
<p>Enfim, avalie as alternativas, dando preferência às mais favoráveis do ponto de visto humano e emocional dos envolvidos e observando o aspecto do financeiro.</p>
<p>Tive um exemplo há algum tempo, que acho interessante comentar. Uma pessoa conhecida minha, casada, com filhos adultos, que teve dificuldades financeiras, tomou uma decisão drástica. Ela decidiu se mudar para um município que tinha uma boa saúde pública, para reduzir os gastos nessa importante área.</p>
<p>Essa pessoa saiu de uma cidade grande, no caso <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/sao-paulo">São Paulo</a>,</strong> e foi para Barueri (cidade que ela avaliou e escolheu), no interior do <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/estado-de-sao-paulo">Estado de São Paulo</a></strong>. Esse episódio aconteceu há cerca de cinco anos e o resultado foi muito positivo no equacionamento financeiro.</p>
<p><strong>Veja no vídeo a seguir onde obter a maior rentabilidade em um investimento para a aposentadoria:</strong></p>
<p><iframe src="http://videos.abril.com.br/exame/id/112994b70ad9ef3b613bf2cbaf191c28" height="334" width="590" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>* Fernando Meibak é sócio da consultoria Moneyplan, ex-diretor de gestão de investimentos do ABN-Amro Real e HSBC Brasil e autor do livro “O Futuro Irá Chegar! Você Está Preparado Financeiramente para Viver até os 90 ou 100 Anos?”.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Devo fugir de plano de previdência com taxa de carregamento?</title>
		<link>http://moneyplan.com.br/artigos/devo-fugir-de-plano-de-previdencia-com-taxa-de-carregamento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=devo-fugir-de-plano-de-previdencia-com-taxa-de-carregamento</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2014 14:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Internauta investe em um plano de previdência com taxa de carregamento de 4% e pergunta se deve trocá-lo por um plano de outro banco que não cobra essa taxa. Dúvida do internauta: Tenho um plano de previdência privada desde 2009, na modalidade VGBL, &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/devo-fugir-de-plano-de-previdencia-com-taxa-de-carregamento/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Internauta investe em um plano de previdência com taxa de carregamento de 4% e pergunta se deve trocá-lo por um plano de outro banco que não cobra essa taxa.</h2>
<p><strong>Dúvida do internauta: Tenho um <a href="http://www.exame.com.br/topicos/planos-de-previdencia">plano de previdência privada</a> desde 2009, na modalidade <a href="http://www.exame.com.br/topicos/vgbl">VGBL</a>, com <a href="http://www.exame.com.br/topicos/taxas">taxa</a> de carregamento de 4%. Seria vantagem mudar para outro<a href="http://www.exame.com.br/topicos/bancos">banco</a> que diz ter taxa de carregamento de 0%?</strong></p>
<p><em>Resposta de Fernando Meibak*:</em></p>
<p>O principal fator de custo nesse tipo de plano é a taxa de administração, que incide mensalmente sobre o <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/patrimonio-pessoal">patrimônio</a></strong>. Avalie principalmente essa taxa e a compare com as taxas oferecidas por outras instituições.</p>
<p>A taxa de carregamento recai sobre os aportes, ou seja, ela é descontada sobre o valor de cada investimento que você faz no plano. Apesar de ser elevada, essa taxa se dilui no longo prazo.</p>
<p>Há instituições que não cobram taxa de carregamento. Pesquise, compare e pressione seu banco para conseguir condições melhores, já que você pode utilizar o mecanismo de portabilidade e migrar para o plano de outra instituição.</p>
<p>Taxas de administração aceitáveis são de no máximo 1,5% ao ano. Acima disso, eu recomendaria tentar mudar de banco ou mesmo avaliar fazer investimentos de longo prazo via <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/tesouro-direto">Tesouro Direto</a></strong>, adquirindo Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B), que rendem juros mais a variação da inflação (IPCA).</p>
<p>Pelo site do Tesouro é possível consultar a lista das <a href="http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consulta_ranking.asp" target="_blank">taxas de administração cobradas pelas instituições habilitadas a negociar títulos públicos</a>. Algumas, inclusive, isentam o investidor da cobrança dessa taxa.</p>
<p><strong>Veja no vídeo a seguir como iniciar o investimento no Tesouro Direto:</strong></p>
<p><iframe src="http://videos.abril.com.br/exame/id/856cce1abf909c3f018d4a28c1861db2" height="334" width="590" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>* Fernando Meibak é sócio da consultoria Moneyplan, ex-diretor de gestão de investimentos do ABN-Amro Real e HSBC Brasil e autor do livro “O Futuro Irá Chegar! Você Está Preparado Financeiramente para Viver até os 90 ou 100 Anos?”.</em></p>
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		<item>
		<title>Posso ser impedido de investir no meu plano de previdência?</title>
		<link>http://moneyplan.com.br/artigos/posso-ser-impedido-de-investir-no-meu-plano-de-previdencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=posso-ser-impedido-de-investir-no-meu-plano-de-previdencia</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2014 14:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Internauta questiona se o banco pode impedi-lo de realizar novos aportes ao seu plano de previdência. Dúvida do internauta: Em 2002 entrei em um plano de previdência privada do Bradesco chamado de conta VIP, que paga 6% ao ano mais a variação &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/posso-ser-impedido-de-investir-no-meu-plano-de-previdencia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Internauta questiona se o banco pode impedi-lo de realizar novos aportes ao seu plano de previdência.</h2>
<p><strong>Dúvida do internauta: Em 2002 entrei em um <a href="http://www.exame.com.br/topicos/planos-de-previdencia">plano de previdência</a> privada do Bradesco chamado de conta VIP, que paga 6% ao ano mais a variação do <a href="http://www.exame.com.br/topicos/igp-m">IGP-M</a>. Estou com 51 anos e estou colocando em prática meu plano de <a href="http://www.exame.com.br/topicos/aposentadoria">aposentadoria</a>: estou vendendo os meus imóveis e investindo parte dos recursos neste plano de previdência.<br />
</strong></p>
<p><strong>No entanto, o Bradesco vem se recusando a aceitar os aportes alegando que não tem como aplicar em papéis que me paguem esse rendimento, o que tem me obrigado a recorrer ao Procon para conseguir fazer os aportes. Quando entrei não me preocupei com a data de início do pagamento da renda vitalícia e o corretor preencheu janeiro de 2015 dizendo que eu poderia alterar essa data a qualquer momento.<br />
</strong></p>
<p><strong>Gostaria de saber se eu realmente alterar esta data a qualquer momento e se quando o IGP-M é negativo eles podem descontar essa variação negativa do meu rendimento de juros, que é de 6% ao ano e me pagar, por exemplo, apenas 0,35%, como aconteceu em maio deste ano.<br />
</strong></p>
<p><em>Resposta de Fernando Meibak*:</em></p>
<p>Tínhamos taxas de juros muito elevadas na época em que você contratou esse plano, que com o passar do tempo, com a redução da taxa de juros reais, se tornou um valioso produto para você (e ruim para o banco).</p>
<p>Rigorosamente, você deve ter contratado um plano com determinada renda vitalícia, que seria corrigida pelo IGP-M mais 6% de juro ao ano.</p>
<p>Cálculos atuariais, que analisam os riscos e as expectativas financeiras, foram feitos para definir quais seriam os aportes que você teria que fazer para ter aquela renda contratada.</p>
<p>Quaisquer mudanças de datas de início de pagamento de renda implicarão em novos cálculos atuariais.</p>
<p>Novos aportes, além dos previstos contratualmente, também alteram esses cálculos. Eu precisaria ver o regulamento do produto que você contratou para avaliar as condições estabelecidas para novos depósitos e implicações na renda definida, mas a priori entendo que o banco pode se recusar, sim, a aceitar novos aportes. O banco pode também não alterar a data de inicio de pagamento da renda.</p>
<p>Quanto ao  IGP-M negativo, como o seu plano paga o  IGP-M mais 6% ao ano, se o IGP-M for negativo isso irá impactar sim no rendimento total, que ficará abaixo dos 6%.</p>
<p>O que você tem originalmente contratado é de grande valor para você. Alterar valores de aporte ou de datas pode dar ao banco condições de ajustar seu plano para a realidade atual de juros mais baixos. Avalie com muito cuidado.</p>
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		<title>Meu marido e eu estamos com dívidas que somam R$ 74 mil e com nome sujo. Como começar a reorganizar nossa vida financeira?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 01:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro passo para começar essa reorganização da vida financeira é fazer um levantamento de todas as dívidas, recomenda o planejador financeiro Thiago Sampaio. Isso significa listar todas as pendências, com os valores e as taxas de juros cobrados, bem &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/meu-marido-e-eu-estamos-com-dividas-que-somam-r-74-mil-e-com-nome-sujo-como-comecar-a-reorganizar-nossa-vida-financeira/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>O primeiro passo para começar essa reorganização da vida financeira é fazer um levantamento de todas as dívidas, recomenda o planejador financeiro Thiago Sampaio. Isso significa listar todas as pendências, com os valores e as taxas de juros cobrados, bem como o período em que cada uma está vencida. Anote tudo com detalhes.</div>
<div></div>
<div><strong>Tente renegociar</strong></div>
<div></div>
<div>Colocar as dívidas no papel, separando-as em grupos, das mais caras (com taxas mais altas) às mais baratas, ajuda no processo de renegociação, outro passo importante. “Tentar renegociar com os credores é muito importante e vale a pena ela buscar diminuir os valores das dívidas”, diz Maria Angela Nunes Assumpção, professora do curso de planejamento financeiro do Insper e sócia da consultoria Moneyplan.</div>
<div></div>
<div>Para ajudar na negociação, a professora lembra do Programa de Apoio a ao Superendividado, desenvolvido pelo Procon-SP em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado (<strong>veja mais detalhes sobre o programa ao final do texto</strong>).</div>
<div></div>
<div> Ambos os especialistas ainda indicam uma possibilidade: usar o carro como um meio de pagamento das dívidas. “Será que vale a pena deixar o carro, parado? Embora pouco utilizado, existem custos embutidos, como IPVA, manutenção, seguro etc.”, explica Sampaio. Para Maria Angela, o veículo pode ajudar a quitar uma dívida mais grave. Por isso, a importância de separar os débitos entre os mais caros e os mais baratos.</div>
<div></div>
<div>Além disso, a professora sugere, na medida do possível, apertar mais o orçamento, controlando gastos extras, o que garante uma reserva mensal para contribuir com o pagamento das dívidas.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programa de Apoio ao Superendividado</strong></span></div>
<div></div>
<div><strong>O que é:</strong></div>
<div></div>
<div>É um trabalho conjunto do Núcleo de Tratamento do Superendividamento do Procon-SP e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que tem  por objetivo auxiliar os consumidores superendividados, orientando, educando e promovendo encontros para renegociação de dívidas.</div>
<div></div>
<div><strong>Dívidas atendidas</strong></div>
<div></div>
<div>Dívidas vencidas ou a vencer decorrentes de empréstimos, financiamentos, contratos de crédito ao consumo, contratos de prestação de serviços, aquisição de produtos, independente do total das dívidas.</div>
<div></div>
<div><strong>Dívidas não atendidas</strong></div>
<div></div>
<div>Dívidas contraídas por atividades profissionais, indenizações (por acidente, por exemplo), dívidas alimentícias, dívidas fiscais (impostos, multas, taxas etc.) e dívidas de crédito habitacional.</div>
<div></div>
<div><strong>Quem pode participar?</strong></div>
<div></div>
<div>Pessoa física, maior de idade e capaz, com qualquer renda familiar, que não tenha contraído a dívida para atividade profissional, que pode ter contraído  dívida por má administração do orçamento doméstico ou acidentes da vida (morte, doença, desemprego, divórcio etc) e sem capacidade econômica para pagar o valor de suas dívidas, desde que constatada a condição de superendividado pelos especialistas do Núcleo de Tratamento</div>
<div>do Superendividamento.</div>
<div></div>
<div>Mais informações <a href="http://www.procon.sp.gov.br/pdf/superendiv/como_participar_pas.pdf">aqui</a> nesta cartilha feita pelo Procon.</div>
<div></div>
<div>Postado originalmente em:</div>
<div>http://letraselucros.com/caso.asp?id=595</div>
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		<title>O que é o planejamento financeiro? Como ele começa? A partir de que idade?</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2014 14:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo o artigo fazendo uma pergunta: há como planejarmos a própria vida, pessoal e familiar, desconsiderando os aspectos financeiros que a envolvem? Acredito que a maior parte dos leitores tenha respondido que não. Portanto, o planejamento financeiro não é algo &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/o-que-e-o-planejamento-financeiro-como-ele-comeca-a-partir-de-que-idade/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Começo o artigo fazendo uma pergunta: há como planejarmos a própria vida, pessoal e familiar, desconsiderando os aspectos financeiros que a envolvem?</p>
<p>Acredito que a maior parte dos leitores tenha respondido que não. Portanto, o planejamento financeiro não é algo estanque de todo resto e não está limitado a uma determinada idade ou fase, ele é parte intrínseca do planejamento da vida.</p>
<p>Como lidamos com a nossa vida financeira é algo muito mais rico do que simplesmente falarmos de dinheiro. Reflete quem somos e envolve nossas experiências pessoais e familiares com o tema, nossos valores e atitudes. Infelizmente, o que vemos, em geral, são pessoas que não fazem qualquer tipo planejamento e vão vivendo no “curto prazo”.</p>
<p>Feito esse preâmbulo, vamos ao tema:</p>
<p>O que é o planejamento financeiro?</p>
<p>O planejamento financeiro é um processo, contínuo, que auxilia os indivíduos a lidar com os assuntos financeiros de uma forma mais organizada e integrada, com uma visão mais ampla e de mais “longo prazo”. Começa pelo estabelecimento de objetivos de curto, médio e longo prazo que, em geral, são concomitantes, muitas vezes conflitantes e nem sempre tão claros assim.</p>
<p>Por ser um PROCESSO existem etapas a serem cumpridas.</p>
<p>A partir dos objetivos, temos que: (i) entender e (ii)  avaliar a situação aonde estamos; (iii) traçar e (iv) implementar estratégias, realistas e viáveis, que nos ajudem a alcançar os objetivos e (v) monitorar e corrigir a rota quando necessário.</p>
<p>Ressalto aqui um engano comum: grande parte das pessoas acredita que o planejamento financeiro é voltado somente para quem tem dinheiro e precisa fazer uma melhor gestão dos seus investimentos. A verdade é que planejamento financeiro é um processo holístico, que permeia todos os assuntos que compõem a vida financeira do indivíduo em cada uma das suas fases.</p>
<p>De acordo com o Financial Planning Standards Board (FPSB), são seis os componentes do planejamento financeiro:</p>
<p>&#8211; Gestão Financeira: criação e manutenção de capacidade financeira (receitas, despesas e patrimônio) para atingir os objetivos;</p>
<p>&#8211; Gestão de Risco: diagnóstico e proteção/mitigação dos riscos a que estamos expostos;</p>
<p>&#8211; Gestão de Ativos: rentabilização e preservação do patrimônio;</p>
<p>&#8211; Planejamento para a Longevidade/Aposentadoria: preparação para a cobertura das necessidades financeiras na fase da vida onde não haverá mais renda do trabalho;</p>
<p>&#8211; Planejamento Tributário: otimização da estrutura tributária que incide sobre a renda e o patrimônio;</p>
<p>&#8211; Planejamento Sucessório: preservação, continuidade e transmissão do patrimônio.</p>
<p>Eu, particularmente, ressalto um sétimo e não menos importante componente: o Psicológico e Comportamental.</p>
<p>Respondendo as demais questões do título:</p>
<p>Como começa o planejamento? A partir de que idade?</p>
<p>Quando começar? Quanto antes melhor. O planejamento financeiro deve começar desde cedo, na infância, com a educação financeira e com o aprendizado de como a família lida com os temas da vida financeira. Quanto mais cedo o indivíduo/família se organizar e planejar, maiores serão os benefícios.</p>
<p>Do ponto vista concreto, o planejamento financeiro começa em duas principais situações:</p>
<p>&#8211; Quando o indivíduo tem o entendimento dos inúmeros benefícios de se organizar para atingir os objetivos estabelecidos e de se estar melhor estruturado e preparado para superar momentos de adversidade com um menor nível de desgaste e estresse possível;</p>
<p>&#8211; Quando por alguma razão particular o indivíduo vê a necessidade de se organizar e planejar.</p>
<p>Concluindo: O planejamento financeiro requer muito mais do que apenas boas intenções, ele requer estratégias e ações que muitas vezes exigem mudança de comportamento, quebra de paradigmas  e disciplina.</p>
<p><b>Maria Angela Nunes Assumpção </b><em>é Planejadora Financeira Pessoal, possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), e é sócia da Moneyplan Consultoria. E-mail: angela@moneyplan.com.br</em></p>
<p><em>As respostas refletem as opiniões do autor, e não do Arena do Pavini ou do IBCPF. O site e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.</em></p>
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		</item>
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		<title>Orçamento: Um instrumento fundamental para sua vida financeira</title>
		<link>http://moneyplan.com.br/artigos/orcamento-um-instrumento-fundamental-para-sua-vida-financeira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=orcamento-um-instrumento-fundamental-para-sua-vida-financeira</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2014 08:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ano Novo normalmente traz aquele sentimento especial renovação, de início de um novo período e de novas possibilidades. A cada virada de ano grande parte das pessoas estabelece objetivos para o período que se inicia. Esses objetivos podem ser &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/orcamento-um-instrumento-fundamental-para-sua-vida-financeira/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Ano Novo normalmente traz aquele sentimento especial renovação, de início de um novo período e de novas possibilidades.</p>
<p>A cada virada de ano grande parte das pessoas estabelece objetivos para o período que se inicia.</p>
<p>Esses objetivos podem ser pequenas metas ou grandes desafios.</p>
<p>Seja o que for e de que tamanho for, com certeza, significará que precisaremos agir e, em muitos casos, mudar o nosso comportamento para não ficarmos só com as boas intenções daquele “momento mágico” dos brindes e da queima de fogos.</p>
<p>Acredito que a maioria de nós estabeleceu objetivos para vida financeira em 2014, desde de pagar dívidas até guardar dinheiro para a aposentadoria.</p>
<p>Então mãos a obra, vamos nos planejar e organizar para chegarmos ao réveillon de 2014 podendo comemorar termos atingido os nossos objetivos!</p>
<p>Um passo fundamental para o planejamento financeiro é o entendimento de como lidamos com a nossa vida financeira.</p>
<p>O dinheiro tem significado diferente para cada pessoa (por exemplo: poder, liberdade, status, tranqüilidade) e como fazemos uso dele acaba refletindo esses significados.</p>
<p>É importante ressaltar que lidar com o dinheiro não está, necessariamente, relacionado a se o nosso salário é alto ou baixo. Qualquer que seja a faixa de renda, todas as pessoas têm algum relacionamento com o dinheiro, e ter mais recursos não significa lidar melhor com ele.</p>
<p>Todos nós conhecemos pessoas que não têm um salário elevado e que conseguem poupar e investir recursos nos seus objetivos, enquanto existem endividados que têm excelente salários.</p>
<p>A melhor forma de começar a analisar como lidamos com o nosso dinheiro é verificar como o gastamos.<br />
Somos consumidores conscientes ou presas fáceis do marketing que invade o nosso dia a dia e compramos sem refletir e por impulso?</p>
<p><a href="http://moneyplan.com.br/artigos/wp-content/uploads/2014/06/shutterstock_154380962.jpg"><img title="ORÇAMENTO UM INSTRUMENTO FUNDAMENTAL PARA A SUA VIDA FINANCEIRA" alt="ORÇAMENTO UM INSTRUMENTO FUNDAMENTAL PARA A SUA VIDA FINANCEIRA" src="http://moneyplan.com.br/artigos/wp-content/uploads/2014/06/shutterstock_154380962.jpg" width="1000" height="667" /></a></p>
<p>Para essa avaliação contamos com uma ferramenta fundamental e indispensável, sobre a qual todos falam, mas muito poucos utilizam: O ORÇAMENTO.</p>
<p>O ORÇAMENTO possibilita visualizar, de forma objetiva, de onde vem e para onde vai o nosso rico dinheiro.</p>
<div title="Page 2">
<div>
<div>
<div>
<p>O ORÇAMENTO ajuda a avaliar com o que e como estamos gastando:</p>
<ul>
<li>-­‐  estamos priorizando o que realmente é importante?</li>
<li>-­‐  estamos gastando demais, inadequadamente, por impulso ou pelo status?</li>
<li>-­‐  estamos poupando o suficiente para alcançarmos os nossos objetivos, quenormalmente são muitos e concorrem entre si?O ORÇAMENTO auxilia no entendimento de qual é a nossa situação financeira atual e que ações e ajustes precisamos e podemos fazer para atingir os nossos objetivos.Acredito que muitas leitoras estão pensando: “mas eu sei o que faço com o meu dinheiro e para onde ele vai!”
<p>Se você realmente sabe, que bom! Uma parte do caminho já foi percorrido.<br />
Com certeza você deve fazer o seu acompanhamento orçamentário com freqüência e, se ajustes forem necessários, você já sabe o que será possível fazer.</p>
<p>No entanto, devido a relevância do ORÇAMENTO (e seu acompanhamento periódico) para o seu Planejamento Financeiro, vou fazer uma proposta: reflita e responda quais seriam as suas respostas para as questões abaixo:</li>
</ul>
<ol>
<li>Você realmente sabe como utiliza o seu dinheiro?</li>
<li>Você já fez ou faz um acompanhamento detalhado das suas despesas (numa planilha por exemplo) considerando todas elas ou você considera as despesas de maior valor, por serem as mais relevantes, e não computa as despesas menores?</li>
<li>Você sabe qual seria o SEU resultado da equação abaixo?Receitas Mensais(1) – Despesas Mensais(2) = $$$,onde $$$ é a sua Capacidade de Poupança, ou seja, o que sobra da sua renda para você atingir os seus objetivos financeiros, por exemplo, comprar um imóvel, viajar, se preparar para a sua aposentadoria.</li>
</ol>
<p>(1) Receitas Correntes = Considere apenas as entradas (líquidas de tributos e encargos) relativas ao trabalho.<br />
Obs.: Os rendimentos dos investimentos (juros e alugueis) não devem ser considerados nas receitas correntes;</p>
<p>(2)Despesas Correntes = Considere as todas (independente do valor) as despesas da sua vida diária.<br />
Não se esqueça de considerar as despesas que ocorrem periodicamente, como IPVA, IPTU, seguros. Você deve distribuí-­‐las ao longo dos 12 meses do ano, para saber qual é o impacto nas suas despesas mensais se você guardar dinheiro mensalmente para pagar essas despesas.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<p>Obs: Os valores que você direciona para investimentos (incluindo a parcela relativa a aquisição de imóvel, seja financiamento e/ou consórcio) e previdência, apesar de saírem da sua posição, não devem ser computados.</p>
<p>Se o resultado for:</p>
<p>POSITIVO &#8211; você é superavitária -­‐ gasta menos do que recebe e, portanto, é um geradora de poupança.<br />
Quanto maior for esse número em relação a sua renda, maior é a sua Capacidade de Poupança e a sua possibilidade de atingir os objetivos traçados;</p>
<p>NEGATIVO – você é deficitária -­‐ gasta mais do que recebe e, portanto a sua Capacidade de Poupança é negativa.<br />
Alerta Importante: Quando a Capacidade de Poupança é negativa significa que para cobrir as suas despesas ou você está utilizado o seu patrimônio já constituído (resgatando investimentos por exemplo) ou se endividando.</p>
<p>ZERO – você gasta tudo o que ganha e, portanto, não consegue gerar poupança.</p>
<p>Se você teve dificuldades em responder afirmativamente as questões, a sua visão sobre a sua situação financeira pode estar distorcida e você corre o risco de comprometer os seus objetivos.<br />
Minha sugestão: faça o seu ORÇAMENTO, ele vai auxiliá-­‐la a segurar com mais firmeza as rédeas da sua vida financeira.</p>
<p>Fazer o ORÇAMENTO pode parecer trabalhoso e difícil, mas garanto que depois que você conseguir fazê-­‐lo pela primeira vez, vai verificar que os benefícios valem a pena.</p>
<p>O início de ano é um excelente momento para você começar o seu ORÇAMENTO porque você poderá acompanhá-lo e fazer os ajustes de rota necessários para chegar ao final do ano comemorando e brindando os objetivos alcançados.</p>
<p>SUCESSO!!!</p>
<p><em>Maria Angela Nunes Assumpção é Planejadora Financeira Pessoal, possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo</em><br />
<em>Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), e é sócia da Moneyplan Consultoria. E-­mail: angela@moneyplan.com.br</em></p>
</div>
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		<title>7 pecados financeiros a dois</title>
		<link>http://moneyplan.com.br/artigos/7-pecados-financeiros-a-dois/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=7-pecados-financeiros-a-dois</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2014 18:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Harmonia tem passado longe dos casamentos brasileiros. Em 2012, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram concedidos 341,6 mil divórcios. Assim, a taxa geral de divórcios &#8211; calculada com base no número &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/7-pecados-financeiros-a-dois/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Harmonia tem passado longe dos casamentos brasileiros. Em 2012, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram concedidos 341,6 mil divórcios. Assim, a taxa geral de divórcios &#8211; calculada com base no número de processos para cada mil pessoas com 20 anos ou mais &#8211; foi de 2,5%, a segunda maior da série, iniciada em 2002. São vários os fatores que podem levar ao desgaste do casamento, mas uma boa parte dos problemas a dois está associada a brigas por dinheiro.</p>
<p>Segundo uma pesquisa feita no ano passado pela Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, com 4,5 mil casais, desavença ocasionada pelas finanças é a principal causa dos divórcios. Os parceiros que discutem sobre assuntos financeiros, apontou o estudo, estão mais propensos a se separarem do que aqueles que entram em atrito por questões envolvendo a educação das crianças, sexo e sogros.</p>
<p>Ainda há dificuldade em compartilhar problemas financeiros com o parceiro, o que pode desencadear crises na união desde o início, afirma a psicóloga Cleide Bartholi Guimarães. &#8220;Não é incomum você encontrar casais que revelam crises que tinham raízes já no namoro&#8221;, afirma a psicóloga, autora do livro &#8220;Até que o dinheiro nos separe&#8221;, baseado em sua dissertação de mestrado, na qual estudou o comportamento de quatro casais em relação ao dinheiro. &#8220;Os casamentos, hoje, estão diferentes. Existe um misto de desconfiança e medo quando as pessoas se casam&#8221;, diz Maria Angela Nunes Assumpção, planejadora financeira com selo CFP e sócia da consultoria MoneyPlan.</p>
<p>O <strong>Valor</strong> consultou especialistas em finanças pessoais e psicologia para entender quais são os principais &#8220;pecados&#8221; financeiros cometidos pelos casais e como se livrar dessas armadilhas.</p>
<p><strong>1. Pressão dos modelos familiares</strong></p>
<p>Antes mesmo de dizer o famoso &#8220;sim&#8221; no altar da igreja ou no cartório, há questões que, se não discutidas, podem atormentar os casais. Segundo os especialistas, um grande erro é iniciar o casamento pensando que o padrão de vida financeiro não vai mudar. &#8220;As pessoas se casam com a expectativa de manter o &#8216;status quo'&#8221;, diz a planejadora financeira Maria Angela.</p>
<p>Segundo Cleide, questões anteriores ao casamento, como padrões de família, que ela chama de &#8220;modelos familiares&#8221;, influenciam o significado do dinheiro. &#8220;A primeira e mais arraigada das raízes é a família. Outras influências vêm da cultura, da religião e da comunidade onde a pessoa viveu boa parte da vida&#8221;, explica a psicóloga. Por isso, existe o desafio de encaixar dois modelos quando o casamento é firmado, já que é muito difícil &#8220;desconstruir valores&#8221;, diz.</p>
<p>Além de causar frustração, esse tipo de comportamento pode levar a dificuldades financeiras no início do matrimônio. &#8220;Não tem nada pior do que começar a vida a dois com dívidas. Muitas famílias vivem com débitos como algo estrutural&#8221;, exemplifica a psicóloga. Ou seja, trazem da vida de solteiro esse hábito, que aos poucos acaba sendo incorporado ao ambiente familiar.</p>
<p>&#8220;Nossa sociedade anda muito imediatista. As pessoas querem começar [essa fase da vida] com a casa montada&#8221;, critica a planejadora financeira Maria Angela. É preciso, diz, colocar os gastos na ponta do lápis, considerando despesas para montar o apartamento ou a casa, além de contas básicas, como água, luz e telefone. &#8220;O ideal é começar num padrão de vida um pouco mais baixo&#8221;, recomenda o consultor e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil.</p>
<p><strong>2. Falta de comunicação</strong></p>
<p>Grande parte dos problemas financeiros entre os casais está relacionada à ausência de diálogo. &#8220;Discutir amor e dinheiro ainda é um tabu&#8221;, diz Cleide. Segundo a psicóloga, esse comportamento é histórico. &#8220;Falar sobre dinheiro não era algo romântico&#8221;, explica, referindo-se ao período literário, artístico, filosófico e político que ficou conhecido, entre os séculos XVIII e XIX, como Romantismo.</p>
<p>Antes mesmo de o movimento surgir, o assunto não era abordado nas conversas entre os casais, como mostram exemplos da literatura. &#8220;Romeu e Julieta [título da tragédia escrita pelo autor inglês William Shakespeare no final do século 16] não discutiam sobre dinheiro, por exemplo. E isso você vê até hoje nas novelas&#8221;, diz a psicóloga.</p>
<p>Segundo Cleide, existem estudos que evidenciam que os casais não têm o hábito de conversar sobre a tomada de decisões financeiras. Em um dos estudos, conta, é mostrado o exemplo de duas pessoas recém-casadas que brigaram pelo tipo de arroz que iam comprar no supermercado. &#8220;Quando chegaram em casa, descobriram que ambos não gostavam de arroz&#8221;, diz. Nesse caso, a comunicação seria uma forte aliada para evitar problema.</p>
<p>Mas somente incluir o diálogo não adianta, destaca a especialista. &#8220;Quanta mais clara for a comunicação, melhor. Não precisa concordar, mas é importante respeitar o outro&#8221;, afirma. Por isso, diz, a comunicação deve ter qualidade. Nessa linha, Maria Angela inclui o estabelecimento de planos conjuntos. &#8220;Eles são feitos com uma conversa franca entre o casal&#8221;, afirma.</p>
<p>A questão financeira nos relacionamentos geralmente é deixada em segundo plano, afirma o professor de finanças do Insper, Michael Viriato, em muitos casos, por conta da falta de comunicação. É preciso, diz o professor, começar esse diálogo, tanto nos momentos bons quanto nos ruins. Assim é possível estabelecer, por exemplo, se o casal terá conta conjunta no banco ou se a preferência será pela conta corrente individual.</p>
<p><strong>3. Traição financeira</strong></p>
<p>Esconder do companheiro ou da companheira quanto ganha e quanto gasta é mais um &#8220;pecado&#8221; que pode arruinar casamentos. Esse comportamento é apontado pelos especialistas como uma espécie de traição ou infidelidade financeira. &#8220;É preciso ser transparente com o cônjuge&#8221;, diz Calil.</p>
<p>A incerteza da manutenção do casamento é um dos fatores que levam as pessoas a agirem dessa maneira, afirma Maria Angela. O tradicional &#8220;até que a morte os separe&#8221; foi deixado para trás para dar lugar a um pensamento mais individual. E isso se traduz para as contas, diz a psicóloga.</p>
<p>Segundo Viriato, professor do Insper, o orçamento familiar funciona como a gestão de uma companhia. &#8220;Numa empresa, cada departamento tem o seu orçamento. Em família, cada um monta o próprio orçamento e ambos estabelecem despesas comuns&#8221;, exemplifica.</p>
<p><strong>4. Desconfiança</strong></p>
<p>Relacionada com à traição financeira, a falta de confiança é outro sintoma que pode atrapalhar a saúde dos casamentos. &#8220;A confiança mútua é muito importante para evitar esconder informações um do outro&#8221;, afirma o professor do Insper.</p>
<p>Embora a confiança deva ser colocada em primeiro plano, a psicóloga Cleide Bartholi faz questão de ressaltar a importância de se preservar e não colocar todas as responsabilidades nas mãos da outra pessoa. &#8220;É preciso ter em mente que o outro não é para sempre&#8221;, diz.</p>
<p><strong>5. Comodismo</strong></p>
<p>&#8220;Ninguém se acha preguiçoso&#8221;, enfatiza Calil. Mas o comportamento de inércia, também conhecido nos estudos de psicologia econômica como &#8220;viés de status quo&#8221;, é recorrente nos casamentos, segundo o consultor. &#8220;É comum um dos cônjuges largar tudo nas mãos do outro, dizendo: &#8216;Ele ou ela cuida de tudo e confio seriamente que meu parceiro ou parceira vá tocar tudo muito bem'&#8221;, exemplifica.</p>
<p>Calil reforça dizendo que, quando uma aliança é firmada, a parceria precisa entrar em jogo. &#8220;Não é necessário gerar renda, mas participar da montagem do orçamento é fundamental&#8221;, diz.</p>
<p>O comodismo pode levar ao comportamento que o consultor intitula de &#8220;efeito de minimanada&#8221;. Na prática, é quando um segue o que o outro faz, sem pensar ou criticar determinada ação. &#8220;É comum um dos cônjuges estimular o outro, inconscientemente, sem perceber&#8221;, explica.</p>
<p><strong>6. Consumo excessivo</strong></p>
<p>A ausência de diálogo pode trazer outro comportamento penoso às relações: o consumo excessivo. A chegada de um filho é um momento de acertar os ponteiros nas finanças. &#8220;As divergências em relação à percepção sobre dinheiro ficam mais acentuadas. Um quer o controle, outro é mais liberal&#8221;, diz Maria Angela.</p>
<p>Segundo a psicóloga Cleide, algumas pessoas apresentam o quadro de consumo compulsivo, doença denominada &#8220;oniomania&#8221;. Ainda pouco conhecido no Brasil, o problema recebe atenção de um grupo de atendimento no Hospital das Clínicas, em São Paulo, do qual Cleide é colaboradora. Os doentes compram itens, como roupas, repetidos ou que não usarão e mantêm as aquisições em segredo.</p>
<p><strong>7. Jogo de poder</strong></p>
<p>&#8220;Muitos utilizam o dinheiro para manipular o outro, como uma forma de &#8216;fazer guerra'&#8221;, explica Cleide, que chama esse comportamento de &#8220;abuso financeiro&#8221;. Na prática, gastar muito, por exemplo, pode ser uma forma de manipulação. Não necessariamente determinada atitude é proposital, mas aos poucos reforça certo ar de superioridade em relação ao companheiro ou à companheira, afirma a terapeuta.</p>
<p>Por isso, recomendam os especialistas, é necessário cuidado redobrado para não pecar na hora de colocar as finanças na mesa. &#8220;O amor não tem nada a ver com questões matemáticas. No dia a dia, as contas são cruéis&#8221;, destaca Mauro Calil. Com um pouco mais de conversa e transparência, dá para manter a sintonia. Mas é preciso agir rápido. Afinal, como diz o ditado, quando a fome entra pela porta, o amor sai pela janela.</p>
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		<title>Vale a pena ser  menos conservador?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 09:44:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[investimento conservador]]></category>

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		<description><![CDATA[A indagação é provocativa neste começo de ano um tanto conturbado, após um segundo semestre de 2013 nada animador para a maioria dos ativos financeiros. O Banco Central continua elevando a taxa básica de juros e o pessimismo no mercado cresce, com pressões sobre o câmbio, alta das &#8230; <a href="http://moneyplan.com.br/artigos/vale-a-pena-ser-menos-conservador/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://moneyplan.com.br/artigos/wp-content/uploads/2014/04/fernando-meibak-conservador.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-591" alt="fernando-meibak-conservador" src="http://moneyplan.com.br/artigos/wp-content/uploads/2014/04/fernando-meibak-conservador.jpg" width="190" height="573" /></a>A indagação é provocativa neste começo de ano um tanto conturbado, após um segundo semestre de 2013 nada animador para a maioria dos ativos financeiros. O Banco Central continua elevando a taxa básica de juros e o pessimismo no mercado cresce, com pressões sobre o câmbio, alta das taxas de juros longas, a performance nada animadora da Bolsa de Valores, perdas provocadas pela queda de preço das Notas do Tesouro Nacional Série B, a rentabilidade ruim em muitos fundos de investimento e em muitos</p>
<p style="text-align: left;"><em id="__mceDel"> fundos imobiliários, dentre outros impactos.</em></p>
<p style="text-align: left;">A verdade é que o brasileiro que tem reservas financeiras tem a sorte de estar<br />
no Brasil, e não nos Estados Unidos, ou na Inglaterra, ou no Japão, etc. Aqui o<br />
investidor não precisa se preocupar, pois pode permanecer conservador, se<br />
quiser, concentrando seus recursos nos títulos de menor risco do mercado, os<br />
títulos do Tesouro Nacional. Há um leque de produtos: títulos que remuneram<br />
a taxa básica de juros, as Letras Financeiras do Tesouro &#8211; LFT; os títulos<br />
prefixados, as Letras do Tesouro Nacional – LTN (que têm o risco de taxa); e os<br />
papéis que rendem inflação (IPCA) mais juros, as NTNs B, atualmente com o elevadíssimo patamar de mais de 7% ao ano de rendimento. Vejam bem: juro real<br />
de mais de 7% para investir num ativo livre de risco!<br />
Certa vez um colega meu fez  um estudo sobre a variação do CDI, que é a taxa média do mercado interbancário de um dia e principal indexador dos ativos financeiros no Brasil, um período <em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">de 10 anos. Ele avaliou todos os casos </em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">de cinco anos dentro daquele intervalo </em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">de tempo e comparou o CDI com Bolsa, </em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">dólar e poupança, basicamente. A conclusão </em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">foi impressionante: ter investido </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">em CDI teria sido a melhor alternativa </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">em praticamente todos os períodos.</em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></p>
<p style="text-align: left;"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Creio que se alguém fizer esse estudo </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">agora e incluir na comparação também </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">os fundos imobiliários, fundos de previdência, </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">fundos de renda fixa, DI, etc., </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">acredito que os resultados não serão </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">muito diferentes.</em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></p>
<p style="text-align: left;"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Assim, caso queira ser o mais conservador possível e não correr risco de taxa de juros, escolha investir em LFTs, em títulos de prazo mais longo, acima de dois anos (por causa do efeito do IR). </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></p>
<p style="text-align: left;"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Você estará aplicado num título de baixíssimo risco, com altíssima liquidez e com alta rentabilidade. É uma contradição às máximas do mundo teórico: você terá baixíssimo risco, elevadíssima liquidez e alto retorno! O mesmo raciocínio serve quando falamos de títulos atrelados à inflação, as NTNs B. Nesse caso, para evitar o risco de oscilação de preço, minha recomendação é para que invista em títulos que terá a capacidade de<br />
manter em carteira até o vencimento. Vale a pena diversificar risco de sua<br />
carteira investindo em ações, em fundos imobiliários, em fundos multimercados,<br />
em produtos com risco de crédito ou outros ativos? Parece um grande<br />
contrassenso à teoria, mas no Brasil a verdade é que não vale muito a pena ser<br />
menos conservador&#8230; </em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></em></p>
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